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Terça-feira, 17 de Maio de 2011

MAIS BENEFÍCIOS DO CAFÉ

 

Um estudo recentemente publicado no “Breast Cancer Research" vem sugerir que as mulheres que bebem café regularmente têm menor risco de desenvolverem cancro da mama. Os investigadores do instituto sueco Karolinska descobriram que o café tem um efeito protector no desenvolvimento de um tipo de tumores, os negativos para receptores de estrogénios (ER-negativos), ou seja, que não dependem da estimulação hormonal (estrogénios) para o seu crescimento. 

O estudo teve uma amostra de 5,929 mulheres suecas, entre os 50 e os 74 anos, sendo que cerca de metade tinha cancro da mama, e pretendia avaliar a relação entre os estilos de vida (tabagismo, hábitos cafeínicos, ...) e o cancro da mama.

As mulheres que bebiam cerca de cinco chávenas de café por dia tinham um risco entre 33 e 57% mais baixo de ter cancro da mama (tipo ER-negativo) do que aquelas que consumiam menos de um café diário.

No entanto, fica por explicar a verdadeira causalidade deste estudo, tal como o motivo pelo qual se verifica esta associação.

 

 

Mas uma vez mais serve para acabar com o mito de que o café faz mal. Excepto uma população muito específica que não deve beber café (ex: doentes com crises hipertensivas, doentes com arritmias cardíacas ou úlceras), para a maioria da população o café não só não é nocivo, como tem vindo a ser provado ter diversos efeitos benéficos:

 

- diminui o risco de cancro do fígado

- diminui o risco de doenças neurodegenerativas (Parkinson e Alzheimer)

- diminui o risco de diabetes mellitus

E curiosamente quanto maior o consumo, maior a protecção para estas doenças.

 

Também durante a gravidez não há uma contra-indicação formal, como existe em relação ao tabaco ou ao álcool. Só o excesso será deletério, pelo que 2 ou 3 cafés diários não parecem trazer qualquer risco à mãe ou ao feto. 

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publicado por Dreamfinder às 19:44

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Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

O CAFÉ E A BARREIRA HEMATOENCEFÁLICA



Regresso, após muito prolongada ausência, com boas notícias para os amantes de café, grupo em que, claro está, me incluo.

Um estudo recente da Universidade de Dakota do Norte nos EUA demonstra que a cafeína protege o cérebro contra doenças neurológicas.
Os cientistas descobriram que a cafeína reforça a barreira hematoencefálica (BHE), uma membrana presente no encéfalo, constituída por células endoteliais  justapostas e em íntima relação com os capilares cerebrais cuja função é prevenir a passagem de substâncias químicas da corrente sanguínea para o cérebro, protegendo-o contra as mesmas. Esta barreira é dotada de uma permeabilidade selectiva que se torna fundamental para a protecção do cérebro contra substâncias presentes no sangue e que o possam lesar, evitar a passagem de certas hormonas e neurotransmissores em circulação pelo restante organismo e, por conseguinte, é responsável pela manutenção de um bom funcionamento cerebral.



A cafeína já era reconhecida como uma importante substância para a estimulação do coração e para a dilatação dos vasos sanguíneos periféricos. É também um importante diurético e um "antídoto" para a depressão respiratória como consequência de uma intoxicação por drogas ou barbitúricos.
Ao reforçar a BHE, a cafeína pode proteger o cérebro contra problemas neurológicos, causados por dietas ricas em colesterol, e prevenir doenças como Alzheimer, segundo este estudo.

A equipa de investigação, que publicou a pesquisa na revista científica Journal of Neuroinflammation, alimentou coelhos com uma dieta rica em colesterol e dividiu os animais em dois grupos, sendo que um deles consumia o equivalente a um café por dia (cerca de 100mg cafeína) e o outro não consumia cafeína.



 

Após 12 semanas, os investigadores identificaram que a barreira hematoencefálica dos que ingeriram cafeína estava menos danificada pelo colesterol, que a do segundo grupo, pelo que concluíram que «o ingrediente parece bloquear os efeitos prejudiciais do colesterol, o que pode ter um papel importante no tratamento de problemas neurológicos».
Embora sejam necessárias mais estudos para tentar extrapolar estes resultados à espécie humana, este parece ser um passo determinante para a prevenção de doenças neurológicas, cada vez mais preocupantes e mais presentes na população, como a Alzheimer.



No entanto, a moderação é sempre a palavra de ordem. Não deve ser esquecido que a ingestão excessiva de cafeína pode causar, em algumas pessoas, irritabilidade, insónias, ansiedade, agitação e cefaleias. Além disso os pacientes que sofram de arritmias cardíacas devem abster-se dessa substância, mesmo que em diminutas doses. Altas doses de cafeína excitam excessivamente o sistema nervoso central (SNC), tornando-se letais a partir das cerca de 10g de cafeína.
publicado por Dreamfinder às 14:22

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